A gente precisa aceitar que, às vezes, por mais que a gente queira muito, com todas as forças e com toda esperança do mundo, tem coisas que nunca vai dar certo. Nem tudo depende de nós.
Nem tudo que desejamos com o coração vai acontecer. Às vezes, por mais que a gente ore, lute, espere e se entregue, existem caminhos que Deus, em Sua sabedoria, escolhe não abrir. Isso não é falta de fé, mas parte do Seu plano maior, que está acima da nossa compreensão.
Aprender a aceitar o “não” de Deus também é um ato de fé. É confiar que Ele sabe o que é melhor, mesmo quando o nosso coração insiste em outra direção. Assim como Jesus disse no Getsêmani: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua” (Lucas 22:42).
Existem coisas que fogem das nossas mãos porque nunca estiveram sob o nosso controle. Deus permite que algumas portas se fechem para nos proteger ou nos redirecionar. Ele vê o que nós não vemos. Ele conhece o final desde o começo.
Quando algo não dá certo, não significa fracasso. Pode ser livramento. Pode ser amor divino disfarçado de frustração. Deus não nos abandona quando as coisas não saem como planejamos — Ele nos ensina a descansar nEle, a confiar e a crescer espiritualmente em meio às decepções.
A verdadeira vitória está em permanecer firme mesmo quando os nossos planos falham, porque sabemos que os planos de Deus jamais falham (Jeremias 29:11). A paz vem quando entregamos não só os nossos desejos, mas também as nossas desistências, aos cuidados dEle.
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