E pela paz mental a gente vai desaparecendo lentamente de lugares, de coisas e de pessoas.
Proteger a paz que Deus coloca no nosso coração muitas vezes exige abrir mão de ambientes, hábitos e até de pessoas que alimentam conflitos, pecado, ansiedade ou afastam nossa comunhão com Ele. Nem todo afastamento é falta de amor; às vezes, é um ato de sabedoria e obediência.
A Bíblia nos ensina que nem toda porta deve permanecer aberta. Há momentos em que Deus nos conduz a nos retirar em silêncio, sem vingança, sem discussões e sem a necessidade de provar quem está certo, apenas preservando a paz que vem do Espírito Santo. Quem vive guiado por Deus entende que paz vale mais do que vencer uma discussão.
Desaparecer de certos lugares, de certas companhias e de determinadas situações não significa desistir das pessoas, mas reconhecer que nem todos querem caminhar na mesma direção que Cristo nos chama a seguir. Permanecer onde Deus já mandou sair pode custar a alegria, a fé e a saúde espiritual.
Que a sua prioridade seja conservar um coração limpo diante de Deus. A paz que vem dEle não é encontrada onde há constante desordem, mas onde existe obediência, confiança e descanso na Sua vontade. Às vezes, o silêncio e o afastamento são a resposta mais madura que um cristão pode oferecer.
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