O que segurou Jesus naquela cruz não foram os pregos, eles não seguram um Deus verdadeiro em uma cruz de madeira. O que segurou Jesus naquela cruz, foi o amor dEle por mim e por você.
Jesus não foi vencido pela força dos homens, mas se entregou voluntariamente por amor. Os pregos não tinham poder para manter o Filho de Deus preso; quem criou o universo poderia ter descido da cruz a qualquer momento. Mas Ele escolheu ficar.
O sacrifício de Cristo não foi um acidente da história, foi um plano eterno de redenção. Ele suportou a dor, a humilhação e o abandono porque enxergava além do sofrimento: enxergava a nossa salvação, a nossa reconciliação com Deus.
Quando dizemos que foi o amor que O segurou ali, estamos declarando que a cruz é a maior prova de que Deus nos ama de forma pessoal, profunda e intencional. Não foi apenas por uma multidão; foi por mim e por você. Foi por cada pecado, cada queda, cada momento em que falhamos.
Espiritualmente, essa verdade nos confronta e nos consola. Confronta porque revela o preço do pecado. Consola porque mostra que não existe dor, culpa ou passado que seja maior do que o amor que O manteve naquela cruz. A cruz não é sinal de fraqueza, é a expressão máxima do amor sacrificial.
Se Ele ficou por amor, que a nossa resposta seja permanecer fiéis por gratidão. Não presos por medo, mas transformados por um amor que decidiu ficar, mesmo podendo ir embora.
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