Não me espere onde todo mundo está, eu não pertenço a multidão.
A pessoa não se guia pela pressão da multidão, mas por convicções profundas que nascem no espírito. É a consciência de que nem todo caminho popular é o caminho de Deus.
Quando Jesus fala sobre a porta larga e a porta estreita. A multidão quase sempre escolhe o caminho mais fácil, mais aceito e menos confrontador, mas o discípulo verdadeiro escolhe o caminho que agrada a Deus, mesmo que seja solitário.
Dizer “eu não pertenço à multidão” não é orgulho espiritual, é identidade. É entender que fomos chamados para ser sal da terra e luz do mundo, não reflexo do sistema. Quem pertence a Cristo não vive por aplausos, vive por propósito.
Eu não vou aonde Deus não está. Se a multidão corre atrás de modismos, pecados normalizados ou verdades distorcidas, o cristão permanece firme, porque sabe a quem pertence. Às vezes isso custa amizades, aceitação e até oportunidades, mas preserva a alma.
Não siga a maioria, siga a voz de Deus. Porque melhor é andar sozinho com o Espírito Santo do que acompanhado por muitos sem direção eterna.
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