As frases podem acordar partes ocultas em você.

Eu achava um absurdo Pedro negar Jesus três vezes, até eu perceber que já peguei muito mais, e todas elas, Ele também me perdoou. Eu a...

Eu achava um absurdo Pedro negar Jesus três vezes, até eu perceber que já peguei muito mais, e todas elas, Ele também me perdoou.

Eu achava um absurdo Pedro negar Jesus três vezes, até eu perceber que já peguei muito mais, e todas elas, Ele também me perdoou.

Eu achava um absurdo Pedro negar Jesus três vezes, até eu perceber que já peguei muito mais, e todas elas, Ele também me perdoou.

Eu achava um absurdo Pedro negar Jesus três vezes

No Evangelho, vemos Pedro negar Jesus três vezes, justamente no momento em que o medo falou mais alto que a fé. Sempre pareceu um absurdo: como alguém que andou com Cristo, que viu milagres e ouviu Suas palavras, pôde negá-Lo? Mas essa frase nos convida a um espelho — não para julgar Pedro, e sim para reconhecer a nós mesmos.

Também negamos Jesus quando escolhemos o silêncio diante da verdade, quando priorizamos o orgulho em vez do amor, quando deixamos o medo governar nossas decisões. Nem sempre é com palavras; às vezes é com atitudes, omissões e escolhas diárias. E, se formos sinceros, já “negamos” muito mais que três vezes.

A beleza do Evangelho, porém, não está na queda de Pedro, mas na restauração. O mesmo Cristo que foi negado foi quem o restaurou. A graça é maior que a falha; o perdão é mais profundo que a culpa. Jesus não define você pelo seu pior momento, mas pelo amor que Ele tem por você.

Se Ele perdoou Pedro, e continua nos perdoando, há sempre um caminho de volta. O arrependimento sincero abre portas que o erro fechou. E toda vez que você retorna, Ele não aponta o dedo — Ele estende a mão.

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