Quando alguém te convidar para pecar e disser a frase: 'a vida é curta, temos que vivê-la', você diga: 'o inferno é eterno e temos que evitá-lo'.
Nem toda urgência da vida vem de Deus. Quando alguém usa o argumento de que “a vida é curta” pra justificar o pecado, na verdade está convidando o coração a trocar o eterno pelo momentâneo, o profundo pelo superficial.
Na perspectiva bíblica, viver não é fazer tudo o que se deseja, mas escolher aquilo que preserva a alma. Jesus ensinou que o caminho largo parece atraente, mas leva à perdição, enquanto o caminho estreito exige renúncia, porém conduz à vida (Mateus 7:13–14).
Essa frase nos desperta pra realidade de que nossas escolhas não terminam no prazer imediato. O pecado pode até oferecer alegria rápida, mas cobra um preço espiritual alto e silencioso.
Viver bem não é viver sem limites, é viver com propósito. Quem entende o valor da eternidade aprende a dizer “não” hoje pra não chorar amanhã. Evitar o pecado não é perder a vida, é protegê-la diante de Deus.
No fim, a verdadeira vida não está em aproveitar tudo, mas em agradar Aquele que nos deu tudo. A vida pode ser curta, mas a eternidade é certa — e escolher Deus sempre será a decisão mais sábia.
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