As frases podem acordar partes ocultas em você.

Não foi chocolate, foi sangue. Não foi ovo, foi cruz. Não foi doce, foi doloroso. Não foi coelho, foi Jesus. Não foi coelho, foi Jesus...

Não foi chocolate, foi sangue. Não foi ovo, foi cruz. Não foi doce, foi doloroso. Não foi coelho, foi Jesus.

Não foi chocolate, foi sangue. Não foi ovo, foi cruz. Não foi doce, foi doloroso. Não foi coelho, foi Jesus.

Não foi chocolate, foi sangue. Não foi ovo, foi cruz. Não foi doce, foi doloroso. Não foi coelho, foi Jesus.

Não foi coelho, foi Jesus

Enquanto muitos enxergam apenas símbolos e tradições, ela nos leva de volta ao verdadeiro significado: o sacrifício de Jesus não foi algo leve, bonito ou comercial, foi profundo, real e cheio de dor por amor a nós.

Quando diz “não foi chocolate, foi sangue”, ela nos desperta pra realidade de que a redenção veio através do sofrimento de Cristo, que entregou sua própria vida na cruz para nos dar salvação. Não houve conforto naquele momento, mas entrega. Não houve prazer, mas propósito.

Ao afirmar “não foi ovo, foi cruz”, somos lembrados de que a nossa esperança não nasceu de tradições humanas, mas de um ato divino, onde Jesus carregou o peso do pecado que não era d’Ele, mas nosso. A cruz, que antes era símbolo de morte, se tornou símbolo de vida.

“Não foi doce, foi doloroso” revela que o amor verdadeiro nem sempre é fácil ou suave, às vezes ele exige renúncia, sacrifício e dor. Jesus não desistiu no sofrimento, porque via além da dor: Ele via a nossa salvação.

E por fim, “não foi coelho, foi Jesus” nos chama a centralizar tudo n’Ele. Não é sobre o que o mundo celebra, mas sobre quem entregou tudo por nós. Por trás da cruz existe um amor que nunca falhou.

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