Todo cristão deve ser tanto conservador como radical: conservador ao preservar a fé e radical ao praticá-la. (John Stott: Teólogo britânico)
Quando John Stott afirma que o cristão deve ser conservador e radical, ele não está falando de política, mas de postura espiritual diante da verdade de Deus. Ser conservador significa guardar com zelo aquilo que recebemos: o evangelho, a Palavra, os ensinamentos de Cristo. É não negociar a verdade para agradar o mundo. Assim como um guardião protege um tesouro precioso, o cristão preserva a fé que lhe foi confiada.
Ao mesmo tempo, o cristão é chamado a ser radical na prática dessa fé. Radical aqui não significa extremismo, mas profundidade, entrega e compromisso verdadeiro. Não basta conhecer a Palavra; é preciso vivê-la. Amar quem nos fere, perdoar quando dói, servir sem esperar reconhecimento. A fé verdadeira não fica apenas na teoria; ela transforma atitudes, escolhas e o modo de viver todos os dias.
Isso reflete o próprio chamado de Cristo: guardar a verdade e vivê-la com coragem. Conservar a fé protege o coração da mentira; praticá-la radicalmente transforma o coração e o mundo ao redor. O cristão não foi chamado para uma fé morna, mas para uma fé viva, firme nas Escrituras e intensa nas obras de amor.
Proteja a verdade como um tesouro e viva essa verdade como uma chama. Porque quando a fé é preservada com fidelidade e praticada com paixão, ela deixa de ser apenas uma crença — e se torna uma vida inteira dedicada a Deus.
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