Se você brinca no penhasco do pecado, não diga que cair foi um acidente. — Josemar Bessa
O pecado raramente começa com uma queda repentina. Ele começa com aproximações sutis, concessões pequenas e escolhas conscientes. Quando alguém decide “brincar” à beira do erro, já aceitou o risco espiritual de se afastar de Deus.
Na perspectiva bíblica, Deus sempre oferece escape antes da queda (1 Coríntios 10:13). Cair não é obra do acaso, mas consequência de ignorar os alertas do Espírito Santo e desprezar os limites que protegem a alma.
A sabedoria cristã ensina que fugir do pecado é mais seguro do que testá-lo. José fugiu, Davi ficou — e os resultados foram diferentes. Permanecer perto do perigo enfraquece o coração e embota a consciência.
Assumir nossas escolhas, vigiar os passos e valorizar a santidade. Deus não deseja nossa queda, mas nossa maturidade. Quem ama a própria vida espiritual aprende a andar longe do abismo.
Andar com Deus é escolher caminhos firmes, não justificar tropeços previsíveis. A graça restaura, mas a sabedoria previne. E prevenir também é um ato de fé.
0 $type={blogger}: