Mais um Natal com meus pais vivos. O resto é detalhe.
Em um mundo que valoriza presentes, mesas fartas e aparências, ela nos chama a perceber que ter os pais vivos é um presente que não se compra e não se repõe.
No Natal, celebramos o nascimento de Jesus, mas também somos convidados a reconhecer a graça de Deus nas relações que Ele ainda mantém de pé. Muitos teriam tudo para agradecer, mas dariam qualquer coisa apenas para viver mais um Natal ao lado de quem lhes deu a vida.
Quando dizemos “o resto é detalhe”, não é desprezo, é sabedoria. É entender que enfeites passam, dinheiro vai, tradições mudam, mas a presença dos pais é um milagre cotidiano que um dia se tornará saudade.
Biblicamente, honrar pai e mãe é reconhecer que Deus nos alcança primeiro através deles. Enquanto eles respiram, ainda há tempo de amar, ouvir, perdoar e agradecer. Isso, aos olhos de Deus, vale mais do que qualquer celebração externa.
Essa frase nos convida a desacelerar, abrir os olhos e o coração. Porque no fim, o Natal mais verdadeiro não está na mesa, mas na vida preservada — e isso é graça, é misericórdia, é Deus cuidando de nós.
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