Daqui a seis meses, você terá seis meses de desculpas ou seis meses de progresso.
Os próximos seis meses vão passar de qualquer forma; a diferença não está no relógio, mas nas escolhas que fazemos enquanto ele corre.
“Seis meses de desculpas” representam a postura de quem terceiriza a culpa: falta de tempo, medo, cansaço, injustiça, espera pelo momento perfeito. É viver parado, justificando a estagnação com argumentos que aliviam a consciência, mas não transformam a vida.
“Seis meses de progresso” falam de passos pequenos, porém constantes. Não é perfeição, é fidelidade ao processo. É agir mesmo com medo, mesmo cansado, mesmo sem aplausos — porque crescimento verdadeiro quase sempre acontece no silêncio.
No fim, o tempo não julga, apenas revela. Ele mostra se escolhemos nos proteger com desculpas ou nos comprometer com a mudança. A frase não condena; ela desperta. E pergunta, com sabedoria: quem você decidiu ser enquanto os meses passavam?
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