Cuidado! Evangelho virou comércio, porque pastor é gerente; Crente é cliente; Bênção é produto; Igreja é shopping e nome de Jesus é marketing.
O Evangelho virou comércio
Quando o sagrado é transformado em negócio. Ela alerta que muitos têm trocado a simplicidade do evangelho por um sistema onde tudo vira produto, performance e lucro. É um chamado pra abrirmos os olhos e lembrarmos que o Reino de Deus não é transação, mas transformação.
No evangelho verdadeiro, Jesus não é marca, Ele é Senhor. Quando a fé vira comércio, o coração perde a essência, e aquilo que deveria curar, salvar e libertar passa a ser usado como moeda. A Bíblia nos chama a julgar todas as coisas e reter o que é bom, preservando a pureza da fé.
Quem segue Cristo precisa discernir. Nem todo brilho é unção, nem toda multidão é avivamento, e nem toda promessa é voz de Deus. A espiritualidade autêntica nasce da cruz, não do palco; nasce da renúncia, não do preço; nasce da verdade, não do marketing.
Voltar ao evangelho simples, vivo, humilde e poderoso. Voltar ao Jesus que virou mesas, não porque odiava comerciantes, mas porque amava a santidade do Pai.
E que no meio de tantos ruídos, você escolha ser um cristão que não compra ilusões, mas carrega a luz. Porque o evangelho não se vende — se vive.
0 $type={blogger}: