O silêncio de um justo é uma guerra que o inferno não entende. O diabo não teme quem grita. Ele teme quem suporta sem abrir a boca. Porque ele sabe: quem governa a língua, governa a alma. — Provérbios 13:3
O silêncio de um justo não é fraqueza — é disciplina espiritual diante do caos. Quando o mundo provoca, e o coração quer reagir, o justo se cala, não por medo, mas por sabedoria. Ele entende que a voz humana não vence o mal, mas o Espírito de Deus sim.
O diabo não teme quem grita, ele teme quem suporta em silêncio. Porque o silêncio revela domínio próprio, e domínio próprio é fruto do Espírito Santo (Gálatas 5:22-23). Enquanto muitos se perdem em palavras, o justo guarda o coração, pois sabe que cada palavra solta pode abrir brechas espirituais.
Quem governa a língua governa a alma, porque a língua é o leme da vida (Tiago 3:4-6). O silêncio, nesse sentido, é uma arma divina: ele desarma o inimigo, confunde o inferno e prova que o justo não depende da própria força — mas da presença de Deus que o sustenta em paz.
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