Caminhe com o pé quebrado e não deixe marcas da sua mão no ombro de ninguém. — Dostoiévski
Essa frase atribuída a Dostoiévski nos convida a refletir sobre a nobreza de suportar nossas dores sem fazer dos outros muletas emocionais. “Caminhar com o pé quebrado” simboliza continuar mesmo ferido, mesmo em dor, mesmo quando tudo dentro de nós pede para parar. É sobre persistência silenciosa, coragem interna e superação íntima.
“Não deixar marcas da sua mão no ombro de ninguém” fala sobre não transferir nossos pesos aos outros, não descarregar nossas frustrações em quem passa por nós. É um chamado à responsabilidade emocional, ao cuidado com o próximo, mesmo quando nós mesmos estamos frágeis.
Ser forte, segundo essa visão, não é fingir que está tudo bem, mas é escolher não machucar ninguém enquanto ainda estamos nos curando. Isso é maturidade espiritual, é empatia, é humanidade em sua forma mais pura. Que aprendamos a ser abrigo e não tempestade, mesmo quando dentro de nós tudo estiver em ruínas.
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