Ninguém deve usar o altar para vomitar indiretas. O microfone não é arma, o culto não é tribunal, você não é juiz e os membros não são réus.
O altar não foi feito para indiretas, vinganças ou desabafos disfarçados de pregação; foi consagrado para anunciar a Palavra de Deus e conduzir pessoas a Cristo.
Quem sobe ao altar precisa lembrar que está diante de Deus e não acima das pessoas. O microfone é uma responsabilidade, não uma arma; o culto é lugar de graça e verdade, não um tribunal onde alguém usa a Palavra para humilhar, acusar ou atingir quem lhe feriu.
A correção bíblica existe, mas deve nascer do amor, da verdade e do temor de Deus. Quando usamos a Bíblia para ferir alguém em vez de ajudá-lo a se aproximar de Cristo, podemos até estar falando de Deus, mas já não estamos refletindo o coração dEle.
Quem realmente serve a Cristo não precisa transformar o púlpito em palco para suas guerras pessoais; deixa que Deus seja o juiz e usa sua voz para edificar, restaurar e apontar pessoas para Jesus.
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