No carnaval é assim: homem vira mulher, mulher vira objeto e todo mundo vira as costas para Deus. Isso não é cultura; é desprezo ao Criador, e uma hora a conta chega.
No carnaval, muitos se permitem viver sem limites, invertendo valores, banalizando o corpo e deixando Deus fora das decisões. Quando diz que “homem vira mulher e mulher vira objeto”, aponta para a perda de identidade e dignidade; quando afirma que “todos viram as costas para Deus”, denuncia um afastamento consciente da presença e dos princípios do Senhor.
No contexto bíblico, o corpo é templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19) e a identidade não é fantasia passageira, mas propósito eterno. Quando a diversão ultrapassa o respeito, quando o prazer se torna prioridade acima da santidade, o coração começa a se endurecer e a consciência se enfraquece. Não é sobre julgar pessoas, mas sobre discernir caminhos.
Dizer que “a conta chega” não é ameaça, é princípio espiritual: tudo o que o homem semear, isso também colherá (Gálatas 6:7). Deus é amor, mas também é justiça; Ele perdoa, mas não anula as consequências das escolhas. Cada decisão planta algo no futuro.
Antes de seguir a multidão, examine o coração. Mais importante do que participar de uma festa é preservar a alma; mais valioso do que alguns dias de euforia é viver uma vida inteira na presença de Deus. Quem escolhe permanecer firme talvez pareça diferente agora, mas colhe paz, honra e propósito depois.
0 $type={blogger}: