Na folia o corpo sorrir, mas depois a alma chora.
“Na folia o corpo sorri, mas depois a alma chora” fala sobre prazeres momentâneos que satisfazem a carne, mas deixam um vazio profundo no espírito. É a alegria barulhenta de fora contrastando com o silêncio doloroso de dentro. É quando o riso é alto durante a festa, mas a consciência pesa quando a música acaba e o coração fica sozinho.
A Palavra nos ensina que nem tudo o que traz prazer imediato produz vida eterna. Há caminhos que parecem alegres aos olhos humanos, mas conduzem a um cansaço da alma, a uma tristeza que não aparece nas fotos, mas se manifesta na madrugada.
O corpo pode sorrir com excessos, distrações e euforias, mas a alma foi criada para algo maior: para Deus. Quando tentamos preencher o espiritual com o que é apenas carnal, surge um vazio que festa nenhuma consegue preencher. A alma não se alimenta de aplausos, bebida ou desejos satisfeitos; ela se alimenta da presença do Senhor.
Deus não quer roubar a sua alegria — Ele quer dar uma alegria que permanece. Existe uma felicidade que não termina quando a música acaba, uma paz que não depende do ambiente, mas nasce de um coração alinhado com Cristo.
Antes de buscar o que faz o corpo sorrir por algumas horas, busque o que faz a alma descansar para sempre. A verdadeira alegria não é a que explode por fora, mas a que permanece por dentro.
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