Eu não me curvo diante das dificuldades, eu me curvo diante de Deus para que Ele tome as providências necessárias.
Isso não nega a existência das dificuldades, mas recusa dar a elas o lugar de autoridade. As lutas existem, mas não governam quem confia em Deus.
Curvar-se diante de Deus é reconhecer limites humanos e a soberania divina. É entender que há batalhas que não se vencem com força, lógica ou controle, mas com dependência, fé e oração. “Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito” (Zacarias 4:6).
Enquanto o medo paralisa, a rendição a Deus fortalece. A dificuldade tenta nos dobrar pelo peso; Deus nos chama a dobrar os joelhos pra sermos levantados por Ele. “Humilhai-vos debaixo da poderosa mão de Deus, para que Ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pedro 5:6).
Confiar em Deus não é fugir do problema, é escolher quem vai conduzir a solução. Quem se curva a Deus permanece de pé diante das tempestades, porque sabe que o controle não está nas circunstâncias, mas nas mãos do Senhor.
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